As pastagens são um importante sumidouro de carbono. Constituídas por gramíneas e vegetação similar, as pastagens ocupam aproximadamente 29% da superfície terrestre livre de gelo.
Os ecossistemas terrestres absorvem o dióxido de carbono - CO2 - da atmosfera. Com isso, retardam o aumento das concentrações atmosféricas do gás, minimizando a intensificação do efeito estufa e a taxa de aquecimento global.
Com o aumento das concentrações atmosféricas, tem lugar o efeito fertilizador do CO2. A maior disponibilidade do gás no ar favorece o crescimento das plantas, o que levaria, por sua vez, a uma maior absorção do CO2.
Dessa forma, a expectativa é de que, sob o efeito fertilizador do CO2, os ecossistemas terrestres elevem a quantidade de carbono absorvida. Mas a influência do efeito fertilizador depende de outros fatores, entre eles, da quantidade de chuvas.
No caso das pastagens, experimentos realizados anteriormente apresentaram grandes diferenças no crescimento e formação de biomassa em ambientes de elevado CO2. Haviam dúvidas a respeito da influência da precipitação.
Estudo de um time internacional de pesquisadores investigou o sequestro de carbono de pastagens em zonas temperadas do hemisfério norte. Eles examinaram experimentos de campo realizados em 19 diferentes áreas na Austrália, Alemanha, Nova Zelândia, Suíça, Estados Unidos, China e outros.
Em cada um dos experimentos, parcelas ocupadas por pastagem foram expostas a ambientes com altas concentrações de CO2. Elas também estiveram sujeitas a regimes de chuva distintos.
O efeito fertilizador do CO2 provocou um aumento médio no crescimento das plantas de menos de 10%. Mas se observou uma grande variação espacial. Experimentos localizados em regiões com grande precipitação durante a primavera mostraram taxas de crescimento significativamente maiores. Por outro lado, o efeito diminuiu conforme a precipitação média se tornava mais alta em outras estações do ano que não a primavera.
O estudo identificou que locais com muita chuva na primavera tendiam a ser chuvosos ao longo do restante do ano. Com isso, a influência do regime de chuvas inibiria o efeito fertilizador do CO2 nos locais de maior potencial de crescimento.
Os pesquisadores concluíram que o efeito fertilizador do CO2 sobre as pastagens do hemisfério norte pode ser substancialmente menor que o suposto anteriormente. O potencial de sequestro de carbono desses ecossistemas seria menor do que o esperado.
Os ecossistemas terrestres absorvem o dióxido de carbono - CO2 - da atmosfera. Com isso, retardam o aumento das concentrações atmosféricas do gás, minimizando a intensificação do efeito estufa e a taxa de aquecimento global.
Com o aumento das concentrações atmosféricas, tem lugar o efeito fertilizador do CO2. A maior disponibilidade do gás no ar favorece o crescimento das plantas, o que levaria, por sua vez, a uma maior absorção do CO2.
Dessa forma, a expectativa é de que, sob o efeito fertilizador do CO2, os ecossistemas terrestres elevem a quantidade de carbono absorvida. Mas a influência do efeito fertilizador depende de outros fatores, entre eles, da quantidade de chuvas.
No caso das pastagens, experimentos realizados anteriormente apresentaram grandes diferenças no crescimento e formação de biomassa em ambientes de elevado CO2. Haviam dúvidas a respeito da influência da precipitação.
Estudo de um time internacional de pesquisadores investigou o sequestro de carbono de pastagens em zonas temperadas do hemisfério norte. Eles examinaram experimentos de campo realizados em 19 diferentes áreas na Austrália, Alemanha, Nova Zelândia, Suíça, Estados Unidos, China e outros.
Em cada um dos experimentos, parcelas ocupadas por pastagem foram expostas a ambientes com altas concentrações de CO2. Elas também estiveram sujeitas a regimes de chuva distintos.
O efeito fertilizador do CO2 provocou um aumento médio no crescimento das plantas de menos de 10%. Mas se observou uma grande variação espacial. Experimentos localizados em regiões com grande precipitação durante a primavera mostraram taxas de crescimento significativamente maiores. Por outro lado, o efeito diminuiu conforme a precipitação média se tornava mais alta em outras estações do ano que não a primavera.
O estudo identificou que locais com muita chuva na primavera tendiam a ser chuvosos ao longo do restante do ano. Com isso, a influência do regime de chuvas inibiria o efeito fertilizador do CO2 nos locais de maior potencial de crescimento.
Os pesquisadores concluíram que o efeito fertilizador do CO2 sobre as pastagens do hemisfério norte pode ser substancialmente menor que o suposto anteriormente. O potencial de sequestro de carbono desses ecossistemas seria menor do que o esperado.

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