A pesquisa a respeito das consequências do aquecimento global sobre a biodiversidade estão negligenciando um aspecto fundamental. A maioria dos dados disponíveis aborda o limite térmico crítico, que representa a temperatura a partir da qual as espécies passam a sofrer limitações ou morrem.
No entanto, o aumento das temperaturas também poderá afetar a fertilidade de algumas espécies, alertou artigo de cientistas de universidades da Austrália, Suécia e Reino Unido. Ao negligenciar os efeitos sobre a fertilidade, as projeções podem subestimar os impactos na sobrevivência das espécies.
O artigo ressaltou que um grande número de animais, plantas e fungos são vulneráveis à perda de fertilidade induzida pelo clima. Entre eles, espécies de animais de sangue frio e de plantas aquáticas. Os problemas de fertilidade começam a partir de temperaturas mais baixas do que as do limite térmico crítico.
Isso significa que a avaliação de impactos baseadas somente no aumento das temperaturas até o limite térmico crítico deixam de considerar a deterioração da taxa de fertilidade.
Apesar da importância para os organismos, os cientistas apontaram a abrangente lacuna de informação sobre os impactos do aquecimento global na fertilidade. Ainda se faz necessário identificar os grupos e espécies sob maior risco, as implicações para a abundância e viabilidade das populações, entre outras questões.
Nesse sentido, o artigo propôs um esforço de pesquisa global com o objetivo de investigar o limite térmico de fertilidade das espécies. Esse limite corresponderia ao aumento da temperatura a partir do qual os organismos passariam a enfrentar limitações reprodutivas.
Por meio de uma avaliação no qual os limites térmicos crítico e de fertilidade são conjuntamente discutidos, será possível aprimorar as projeções de impacto na biodiversidade do planeta. E, com isso, planejar programas de conservação adequados.
No entanto, o aumento das temperaturas também poderá afetar a fertilidade de algumas espécies, alertou artigo de cientistas de universidades da Austrália, Suécia e Reino Unido. Ao negligenciar os efeitos sobre a fertilidade, as projeções podem subestimar os impactos na sobrevivência das espécies.
O artigo ressaltou que um grande número de animais, plantas e fungos são vulneráveis à perda de fertilidade induzida pelo clima. Entre eles, espécies de animais de sangue frio e de plantas aquáticas. Os problemas de fertilidade começam a partir de temperaturas mais baixas do que as do limite térmico crítico.
Isso significa que a avaliação de impactos baseadas somente no aumento das temperaturas até o limite térmico crítico deixam de considerar a deterioração da taxa de fertilidade.
Apesar da importância para os organismos, os cientistas apontaram a abrangente lacuna de informação sobre os impactos do aquecimento global na fertilidade. Ainda se faz necessário identificar os grupos e espécies sob maior risco, as implicações para a abundância e viabilidade das populações, entre outras questões.
Nesse sentido, o artigo propôs um esforço de pesquisa global com o objetivo de investigar o limite térmico de fertilidade das espécies. Esse limite corresponderia ao aumento da temperatura a partir do qual os organismos passariam a enfrentar limitações reprodutivas.
Por meio de uma avaliação no qual os limites térmicos crítico e de fertilidade são conjuntamente discutidos, será possível aprimorar as projeções de impacto na biodiversidade do planeta. E, com isso, planejar programas de conservação adequados.

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