As secas e as ondas de calor podem ter um efeito negativo sobre os solos maior do que o suposto anteriormente, identificou estudo de pesquisadores do Reino Unido.
Os solos constituem o habitat de uma grande diversidade de comunidades de microorganismos. Eles são fundamentais para a qualidade e as características do solo, incluindo a produção de nutrientes, a limpeza da água ou a absorção ou emissão de gases de efeito estufa.
A saúde dos solos irá afetar a vegetação, o que, por sua vez, pode influenciar todo o ecossistema.
Uma das consequências do aquecimento global tem sido o aumento da intensidade e frequência de secas e de ondas de calor. No entanto, segundo os pesquisadores, ainda não haviam informações a respeito de como as redes microbianas do solo respondem às perturbações das secas. O estudo investigou os efeitos da seca no verão em área ocupadas por de quatro espécies comuns de pastagem no Reino Unido.
Para identificar os impactos no solo, foi realizado o sequenciamento do DNA do solo. Dessa forma, identificou-se como a seca afetava as diferentes espécies de organismos, considerando a multiplicidade de interações diretas e indiretas entre eles.
As secas provocaram o aumento da abundância de uma espécie de grama mais tolerante e de rápido crescimento. O crescimento da espécie elevou a taxa de evapotranspiração - a quantidade de água emitida na forma de vapor pelas folhas. Com isso, a umidade geral do solo diminuiu.
O estudo identificou as espécies mais prejudicadas pela redução da umidade, bem como as implicações para o ecossistema microbiano. Os resultados sugeriram que os solos podem ser mais vulneráveis do que o previsto.
As mudanças na frequência e intensidade das secas irão alterar a biologia do solo, apontaram os pesquisadores. As implicações são importantes e incluem, entre outros, a produção de alimentos.
Fonte: Universidade de Manchester
Imagem: Freeimages
Os solos constituem o habitat de uma grande diversidade de comunidades de microorganismos. Eles são fundamentais para a qualidade e as características do solo, incluindo a produção de nutrientes, a limpeza da água ou a absorção ou emissão de gases de efeito estufa.
A saúde dos solos irá afetar a vegetação, o que, por sua vez, pode influenciar todo o ecossistema.
Uma das consequências do aquecimento global tem sido o aumento da intensidade e frequência de secas e de ondas de calor. No entanto, segundo os pesquisadores, ainda não haviam informações a respeito de como as redes microbianas do solo respondem às perturbações das secas. O estudo investigou os efeitos da seca no verão em área ocupadas por de quatro espécies comuns de pastagem no Reino Unido.
Para identificar os impactos no solo, foi realizado o sequenciamento do DNA do solo. Dessa forma, identificou-se como a seca afetava as diferentes espécies de organismos, considerando a multiplicidade de interações diretas e indiretas entre eles.
As secas provocaram o aumento da abundância de uma espécie de grama mais tolerante e de rápido crescimento. O crescimento da espécie elevou a taxa de evapotranspiração - a quantidade de água emitida na forma de vapor pelas folhas. Com isso, a umidade geral do solo diminuiu.
O estudo identificou as espécies mais prejudicadas pela redução da umidade, bem como as implicações para o ecossistema microbiano. Os resultados sugeriram que os solos podem ser mais vulneráveis do que o previsto.
As mudanças na frequência e intensidade das secas irão alterar a biologia do solo, apontaram os pesquisadores. As implicações são importantes e incluem, entre outros, a produção de alimentos.
Fonte: Universidade de Manchester
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