O mapa apresenta um levantamento da perda de cobertura de árvores, indicador do desmatamento. Ele foi elaborado a partir da análise de imagens de satélite, abrangendo o período entre 2000 e 2014.
As cores escuras mostram áreas onde nenhuma variação significativa foi detectada. As cores amarela, laranja e vermelha, regiões onde se observou perda de cobertura de árvores.
Uma estimativa calculou que a área global de florestas naturais diminuiu em 6% entre 1990 e 2015. Todavia, a velocidade do desmatamento também caiu recentemente. De 1990 a 2000, a taxa anual de desmate global somou 7,3 milhões de hectares. De 2000 a 2015, redeziu para 3,3 Mha.
O desmatamento causa uma redução nos estoques de carbono presentes nas florestas. Calculou-se que os estoques diminuíram em quase 11 gigatoneladas de carbono nos últimos 25 anos. A derrubada das florestas gerou emissões anuais médias de 4 gigatonelas de dióxido de carbono - CO2 - entre 2001 e 2010. As emissões anuais médias caíra para 2,9 Gt CO2 entre 2011 e 2015.
Todavia, a degradação de áreas florestadas apresentou uma tendência inversa. As emissões anuais médias passaram de 0,4 Gt CO2 na década de 1990 para 1 Gt CO2 durante o período entre 2011 e 2015.
A fim de limitar o aquecimento global, será necessário eliminar as emissões provenientes do desmatamento e do uso e alteração dos solos.
Fonte e mapa: Comissão da União Européia/ Hansen et al., 2013.

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