A calota polar da Antártica está diminuindo de volume como consequência do aquecimento global. Estudo da agência espacial dos Estados Unidos, NASA, confirmou a aceleração nas taxas de perda de gelo, em especial no oeste do continente.
Os cientistas desenvolveram uma técnica inovadora de processamento de imagens de satélite. A análise incluiu centenas de milhares de imagens registradas entre os anos de 2013 e 2015. As informações foram comparadas com medições de radar realizadas desde 2008.
A partir dos dados, foi possível calcular as alterações observadas na Antártica. O estudo indicou que em 2015 a calota polar perdeu aproximadamente 1.930 gigatoneladas. Em comparação com o ano de 2008, estimou-se que o derretimento tenha subido cerca de 36 gigatoneladas por ano. Uma gigatonelada corresponde a um bilhão de toneladas.
Cerca de 89% do total de gelo perdido foi proveniente da oeste da Antártica, região de maior instabilidade. Três grandes geleiras da região atravessaram um processo de aceleração do derretimento entre 2008 e 2015. Mas a taxa de aceleração diminuiu recentemente.
De acordo com o estudo, o fluxo de gelo para o oceano se manteve constante no leste da Antártica. Essa região ocupa as maiores extensões do continente. Possui também as geleiras de maior volume.
A técnica desenvolvida pelos cientistas contribuirá para melhorar o monitoramento da calota polar da Antártica. Combinada com pesquisas de campo, a expectativa é de que avance o conhecimento sobre as alterações em curso, o que permitirá um aprimoramento dos modelos climáticos e das projeções do aumento futuro do nível do mar.
Fonte: NASA
Imagem: Freeimages
Os cientistas desenvolveram uma técnica inovadora de processamento de imagens de satélite. A análise incluiu centenas de milhares de imagens registradas entre os anos de 2013 e 2015. As informações foram comparadas com medições de radar realizadas desde 2008.
A partir dos dados, foi possível calcular as alterações observadas na Antártica. O estudo indicou que em 2015 a calota polar perdeu aproximadamente 1.930 gigatoneladas. Em comparação com o ano de 2008, estimou-se que o derretimento tenha subido cerca de 36 gigatoneladas por ano. Uma gigatonelada corresponde a um bilhão de toneladas.
Cerca de 89% do total de gelo perdido foi proveniente da oeste da Antártica, região de maior instabilidade. Três grandes geleiras da região atravessaram um processo de aceleração do derretimento entre 2008 e 2015. Mas a taxa de aceleração diminuiu recentemente.
De acordo com o estudo, o fluxo de gelo para o oceano se manteve constante no leste da Antártica. Essa região ocupa as maiores extensões do continente. Possui também as geleiras de maior volume.
A técnica desenvolvida pelos cientistas contribuirá para melhorar o monitoramento da calota polar da Antártica. Combinada com pesquisas de campo, a expectativa é de que avance o conhecimento sobre as alterações em curso, o que permitirá um aprimoramento dos modelos climáticos e das projeções do aumento futuro do nível do mar.
Fonte: NASA
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